Centro Empresarial de Bento Gonçalves inaugura dia 23 de novembro.

Volnei Benini, Laudir Piccoli e Edson Pelicioli.jpgCom investimento superior a R$ 17 milhões, prédio abriga sedes do CIC-BG, Sindmóveis e MOVERGS

O Centro Empresarial de Bento Gonçalves será oficialmente apresentando à comunidade na noite de 23 de novembro, em solenidade que inicia às 19h30, na Alameda Fenavinho, nº 481. Projeto do Centro da Indústria, Comércio e Serviços de Bento Gonçalves, em parceria com o Sindicato das Indústrias do Mobiliário de Bento Gonçalves e a Associação das Indústrias de Móveis do Estado do Rio Grande do Sul, o prédio abrigará a sede de cada uma das três entidades – simbolizando a força do cooperativismo e da união em busca da consolidação de objetivos comuns – como o progresso e o desenvolvimento socioeconômico de toda a região, por exemplo.
“A concretização desse sonho é um momento muito marcante na história do CIC-BG e, de forma mais abrangente, para as entidades representativas porque mostra como o Centro Empresarial de bento Gonçalvesmodelo do associativismo é vencedor. Essa obra sintetiza a capacidade de união das lideranças locais em busca da realização de objetivos comuns. Ao inaugurar a sede, brindamos o que os presidentes de gestões anteriores, seus diretores, colaboradores e a cidade de Bento Gonçalves fizeram para que isso acontecesse. Assim, todos poderão perceber o quanto potencial o município tem e como sua classe empresarial é repleta de exemplos de sucesso, que procuram estar sempre à frente, fazendo cada vez mais pela coletividade. Na condição de presidente, tenho imenso orgulho de estar compartilhando esse momento com a comunidade”, diz o presidente do CIC-BG, Laudir Miguel Piccoli.

União entre entidades
União é a palavra-chave que sintetiza o êxito da construção do Centro Empresarial de Bento Gonçalves – conceito que esteve arraigado ao projeto desde sua concepção, de acordo com o presidente do Sindmóveis, Edson Pelicioli. “O Sindmóveis Bento Gonçalves tem uma história marcada pela união de esforços e, especialmente nesse momento de crise, a entidade reforça a importância de se congregar esforços. Uma trajetória de 40 anos como a do Sindmóveis, que culminou na consolidação desse polo moveleiro como o principal do país e de uma feira que é a maior da América Latina – a Movelsul Brasil –, não pôde ser construída de outra forma, senão pela coletividade. É isso o que conseguimos demonstrar com a inauguração do Centro Empresarial Bento Gonçalves, um projeto que representa os interesses de diversas entidades, otimiza recursos e cria um ambiente para o crescimento sustentável e coletivo dos setores produtivos locais”, diz.
Momento ímpar na trajetória das entidades, a entrega da nova sede é, também, demonstração de como o cooperativismo gera resultados positivos, na opinião do presidente da MOVERGS, Volnei Benini. “Essa é uma vitória para o segmento empresarial e que certamente vai permitir que tenhamos muitas outras conquistas em conjunto”, avalia.

O Centro Empresarial de Bento Gonçalves é um complexo de 5,2 mil metros quadrados de área construída, contando com quatro pavimentos que abrigarão área administrativa, salas e auditório para 700 pessoas, além de elevadores e garagem coberta. O investimento alocado no edifício, incluindo a aquisição do terreno onde está instalada, ultrapassa os R$ 17 milhões. O projeto de construção da nova sede do CIC-BG foi anunciado em dezembro de 2015, quando iniciaram as obras. Além das sedes do CIC-BG, do SINDMÓVEIS e da MOVERGS, o Centro Empresarial acolherá, também ASCON, SEGH, SIMPLAV e SINDIBENTO que já confirmaram a aquisição de salas no imóvel.

Centro Empresarial será primeira estrutura brasileira monitorada por aplicativo de manutenção
Depois de o sonho da sede própria do CIC-BG, SINDMÓVEIS e MOVERGS ganhar formas concretas – a inauguração do Centro Empresarial que abrigará as entidades ocorrerá no dia 23 de novembro –, os cuidados para ela manter-se firme e forte para os próximos 100 anos já começaram. O prédio de mais de 5 mil metros quadrados será o primeiro do Brasil a ter suas manutenções monitoradas por um aplicativo desenvolvido por uma subsidiária da Construtora Poletto, responsável pela obra.
O amO, cuja sigla significa Alerta Manutenção de Obra, foi entregue junto com as chaves do empreendimento e com um manual impresso de manutenção do prédio. Este é o primeiro produto da Bingo! Laboratório de Inovações Ltda., startup surgida na construtora em decorrência da gestão de inovação, implantada na empresa há quatro anos. “Estamos trabalhando nele há mais de um ano, fizemos todo o sistema e contratamos uma empresa para desenvolver o software”, diz Cedamir Poletto, engenheiro e um dos sócios da construtora e mentores do app.
O aplicativo terá lançamento nacional no decorrer deste mês. A licença de uso do app será oferecida a construtoras e incorporadoras para que elas disponibilizem a seus clientes. Para Poletto, o amO tem dois grandes méritos. “Uma é a conscientização do usuário para que faça as manutenções a fim de preservar seu patrimônio, e a segunda é que a incorporador terá uma maior segurança jurídica, não precisando assumir conserto de patologias provenientes da falta de manutenção”, observa.
O aplicativo tem mais de 200 atividades de manutenção pré-cadastradas – que podem ser editadas pela incorporadora/construtora de modo a adequá-las às características de seu prédio. “Numa manutenção de fachada, por exemplo, é informada a periodicidade que deve ser realizada a repintura, podendo a incorporadora/construtora editar a informação, alterando a forma que deve ser realizada, bem como a periodicidade mais adequada à tinta que foi utilizada. O aplicativo vai alertar quando esse prazo chegar”, explica.
Uma vez disponibilizado para o usuário (síndico, morador, proprietário, etc.), esse passa a receber alertas em seu celular, lembrando para realizar as manutenções necessárias, preservando, assim, o patrimônio e as garantias asseguradas pela construtora. A cada realização de manutenção, o usuário deve registrar no aplicativo e esta informação será recebida automaticamente pela construtora. “Quando é entregue uma obra, a construtora fornece, também, um manual de uso e manutenção, bem como os prazos de garantia de cada sistema construtivo. Essa garantia tem validade se o proprietário usar adequadamente a edificação e fizer as manutenções previstas. Se não, pode perdê-la”, orienta Poletto.




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