Se o caminho for privatizar que o processo seja breve

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A situação caótica das estradas, principalmente no Rio Grande do Sul, não é novidade. Há décadas a CIC tem se empenhado para garantir que os governos ofereçam condições mínimas para que os cidadãos e as empresas possam transitar com maior segurança e menores prejuízos.

Recentemente a federalização da 470 e as melhorias no Trevo da Telasul foram duas das ações que tiveram a participação efetiva da CIC. Poucos conhecem a burocracia e as dificuldades que tiveram que ser vencidas para que essas duas questões fossem à diante.

Neste mês tivemos na sede da entidade um encontro, organizado pelo prefeito e presidente da Famurs, Antonio Cettolin, que reuniu secretários estaduais e diversas autoridades da região para reivindicar uma maior atenção às rodovias da Serra.

Uma das alternativas, talvez a única que o Estado possui, foi a de conceder para a iniciativa privada o controle destas estradas. Como se sabe que as finanças do Estado não podem mais prometer nenhuma iniciativa mais eficaz, nos resta acreditar que o processo de concessão seja breve.

Certamente não é a alternativa número um na visão de todos, mas, infelizmente, é aquela que surge de maneira mais concreta para sonharmos com vias dignas do trabalho, da produção e dos tributos que a região gera.

TOBIAS DEBIASI – PRESIDENTE DA CIC




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