Um governo refém das próprias crises
O ano de 2025 expôs, de forma escancarada, as fragilidades da gestão do prefeito Sérgio Chesini. Brigas internas, disputas de poder e uma sequência de denúncias em secretarias e favorecimentos transformaram a prefeitura em um ambiente de instabilidade permanente, onde a crise passou a ser regra, não exceção.

Enquanto conflitos entre aliados vinham a público, a administração perdia foco, ritmo e credibilidade. A falta de comando firme permitiu que divergências internas se sobrepusessem às prioridades da cidade. Ao mesmo tempo, denúncias envolvendo setores estratégicos levantaram dúvidas sobre o controle do prefeito sobre sua própria equipe. Com vários setores e os “profissionais ” trabalhando em áreas onde caíram de paraquedas, 2026 promete muitas revelações de conversas, telefonemas e pedidos realizados ao prefeito Sérgio Chesini.
Trocas constantes de secretários e discursos defensivos não resolveram o problema central: a ausência de liderança capaz de organizar o governo e impor rumo claro. O resultado foi um Executivo enfraquecido, politicamente isolado e cada vez mais distante das demandas reais da população, mas vendendo através da imprensa uma opinião de que tudo está as maravilhas no município de Garibadi.
2025 termina como um alerta. Quando um governo se perde em disputas internas e reage apenas após as crises explodirem, quem paga a conta é a cidade. Lembrando que o ano de eleições que mesmo não sendo municipais deve mexer com o ego dos políticos locais.
Ainda para assunto de bastidores, o fato do PL de Garibaldi ser tomado por livre e expontânea pressão pelo atual boçal presidente e ter o mesmo autoritário ex-presidente do PT enfiado ‘guéla’ abaixo da população e do Vereador Lendro Delazzeri, na época o responsável por trazer o partido para Garibaldi, sobrará notícias e dados para a população discutir os políticos de Garibaldi.
Claudir Benini
Reg.Prof. 15972/RS


