Acidente com ônibus de turistas na Freeway (BR-290) deixa 13 feridos

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De acordo com a PRF, motorista pode ter dormido, o que causou o acidente na madrugada deste domingo (12)

Um acidente no Km 24,5 da Freeway (BR-290), na madrugada deste domingo (12), em Santo Antônio da Patrulha, no Rio Grande do Sul, envolvendo um ônibus de turistas, deixou ao menos 13 pessoas feridas, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Ainda de acordo com a PRF, o ônibus retornava de Rivera, no Uruguai, para Santa Catarina, quando – por motivos ignorados – saiu da pista pouco depois da meia-noite, causando ferimentos ferimentos graves em nove dos 13 feridos.

De acordo com os agentes, as vítimas foram para hospitais em Santo Antônio, Osório e Tramandaí. A pista no sentido Porto Alegre-Litoral chegou a ficar com duas faixas interrompidas durante o trabalho de resgate das pessoas e remoção do ônibus. O trânsito só foi totalmente liberado no trecho, que fica pouco depois do viaduto de acesso à RS-474, por volta das 3 horas.

Acidente

Segundo a PRF, o trecho onde o ônibus saiu da pista é num pequeno aclive e fica antes de uma curva. O condutor do veículo Volvo B12, de placas AHH-8756, de Curitiba, pode ter dormido na direção, resultando na saída de pista à 0h15.

Ainda segundo os agentes, os turistas catarinenses são de Criciúma, Palhoça e Florianópolis. Entre os feridos, são cinco homens e oito mulheres. A guia e os dois motoristas, que foram submetidos ao teste de etilômetro – que resultou em negativo -, não se feriram.

Conforme os PRFs, a excursão teria iniciado na sexta-feira (10), em SC, e no começo da noite de sábado (11), o grupo teria iniciado o retorno. “Eu só acordei quando o ônibus já estava tombado. Aí, depois disso o resgate foi bem rápido. Todo mundo foi bem atencioso com a gente”, conta a pedagoga Elaine Wolter, 40 anos, de Criciúma, que aguardava na madrugada ainda, a liberação da irmã, Cátia, e de outros três feridos no Hospital de Santo Antônio da Patrulha”. Passado o susto, Elaine comentava com passageiros a sorte de estar  viva. “É melhor nem pensar no que poderia ter acontecido”, conclui.

A Polícia Civil irá analisar o tacógrafo do ônibus para saber as condições em que trafegava no momento do acidente.